quinta-feira, 30 de junho de 2011

Site lista os 10 maiores fracassos do cinema em 2011!

Site lista os 10 maiores fracassos do cinema em 2011

da Folha.com

A nova animação de Robert Zemeckis ("O Náufrago", "Forrest Gump") é o maior fracasso em bilheteria nos cinemas neste primeiro semestre de 2011. A lista foi organizada pelo site Hollywood Reporter.

O filme "Marte Precisa de Mães", produzido por Zemeckis, custou US$ 150 milhões e faturou apenas US$ 39 milhões no mundo todo.

Em segundo lugar ficou a comédia "Your Highness", com Natalie Portman. Com orçamento de US$ 50 milhões, arrecadou apenas US$ 21 milhões nos Estados Unidos e mais US$ 3 milhões no resto do mundo.

O remake "Arthur - O Milionário Irresistível", com Russell Brand, ficou em terceiro lugar com um pequeno lucro de US$ 5,7 milhões.

"Um Novo Despertar", com Mel Gibson, e a ação "Lanterna Verde" também aparecem na lista.


Divulgação
Os atores Ryan Reynolds e Blake Lively em cena do filme "Lanterna Verde"
Os atores Ryan Reynolds e Blake Lively em cena do filme "Lanterna Verde"  

Confira abaixo a lista dos dez maiores fracassos de bilheteria do ano até agora:
1 - "Marte Precisa de Mães"
2 - "Your Highness"
3 - "Arthur - O Milionário Irresistível"
4 - "A Melhor Festa do Ano"
5 - "Judy Moody and the Not Bummer Summer"
6 - "Lanterna Verde"
7 - "Padre"
8 - "Sucker Punch"
9 - "Hoodwinked Too! Hood vs. Evil"
10 - "Um Novo Despertar"

Link:

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/936402-site-lista-os-10-maiores-fracassos-do-cinema-em-2011.shtml

Pearl Jam toca em São Paulo em novembro!

Pearl Jam toca em São Paulo em novembro

da Folha.com
A banda Pearl Jam vai se apresentar no estádio do Pacaembu, em São Paulo, na primeira quinzena de novembro --provavelmente na primeira semana daquele mês.

Veja shows confirmados para este ano em SP
 
O grupo fará dois shows, segundo apuração da Folha.

Apresentações em outros Estados ainda estão sendo estudadas.

A especulação inicial era de que a banda viria ao país em setembro, após informações do jornal argentino "El Cronista".

Link:

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/936121-pearl-jam-toca-em-sao-paulo-em-novembro.shtml




                     












Saiba mais sobre a história dos hackers!

Saiba mais sobre a história dos hackers



Os primeiros hackers eram estudantes universitários

A origem do termo hacker - hoje sinônimo de pessoas que anonimamente invadem sistemas de e-mails e websites - vem dos anos 50 e 60, quando um hack era apenas uma solução inspirada ou elegante para qualquer problema. 

No Massachussetts Institute of Technology (MIT), onde a palavra teria surgido, os primeiros hacks eram trotes, brincadeiras. Em um deles, estudantes do instituto colocaram uma réplica de um carro de patrulha do campus no topo do prédio principal.

Ao longo do tempo, o termo ficou associado a programadores de computador, que começavam a ganhar espaço no MIT e em outras partes do mundo. Para esses pioneiros, um hack era uma façanha de programação.

Esses feitos era muito admirados por combinar conhecimento específico e instinto criativo.

Poder masculino

Os estudantes do MIT também começaram a moldar as características do atual mundo dos hackers. Naquela época, como hoje, os atos tendem a ser realizados principalmente por homens jovens e adolescentes.

A razão disso foi explicada em um livro sobre os primeiros grupos de hackers, escrito pelo autor de ficção científica Bruce Sterling.

Segundo ele, homens jovens se sentem frequentemente incapazes, impotentes. O conhecimento aprofundado de um assunto técnico dá a eles poder, mesmo que sobre máquinas.

"A profunda atração exercida por essa sensação de ser parte de uma elite de poder tecnológico não pode ser subestimada", ele escreveu.

Esta primeira geração de hackers era formada por garotos que mexiam na rede de telefones, se infiltravam nos primeiros sistemas de computadores e se gabavam de seus feitos em murais.

Apelidos

Indivíduos começaram a adotar apelidos, enquanto grupos de hackers escolhiam nomes bombásticos como Legion of Doom (“Legião da Perdição”, em tradução livre), Masters of Deception (“Mestres do Artifício”) ou Neon Knights (“Cavaleiros de Neon”).

À medida em que a sofisticação dos hackers de computação foi aumentando, eles começaram a entrar no radar da polícia e do Poder Judiciário.

Nos anos 80 e 90, parlamentares americanos e britânicos aprovaram leis que permitiam que hackers fossem levados aos tribunais.

Uma série de operações veio em seguida, culminando com a chamada Operação Sundevil, liderada pelo serviço secreto americano em 1990.

Mas esses esforços não conseguiram parar os hackers. Com a internet cada vez mais onipresente, novos grupos surgiram, sempre ansiosos por mostrar suas habilidades.

Bem x Mal

Foto: Reuters
O site da CIA ficou fora do ar recentemente após sofrer ataque de hackers

Em 1998, integrantes de um grupo de hackers chamado L0pht disseram diante do Congresso americano que eles poderiam derrubar a internet em 30 minutos.

O hacker conhecido como Mafiaboy demonstrou o que podia fazer tirando do ar sites de grandes empresas como Yahoo, Amazon, Ebay e CNN.

Outro, autodenominado Dark Dante, usou seus conhecimentos ao manipular as linhas telefônicas de um programa de rádio para que ele pudesse ser o 102º a ligar e ganhar um Porsche 944.

Para Rik Ferguson, pesquisador na área de segurança na Trend Micro, ações como estas mostram como os hackers cruzam a linha entre atividades legais e ilegais.

"Os grupos podem ser tanto chapéu branco como chapéu preto, às vezes cinza, dependendo de sua motivação", diz Ferguson.

Os coletivos de hackers são geralmente classificados como “chapéus brancos” – os “mocinhos”, que informam às empresas sobre as falhas de segurança encontradas em seus sistemas e sites -, “chapéus pretos”, considerados como criminosos que pretendem lucrar com as informações confidenciais obtidas, e “chapéus cinza”, cujo principal objetivo seria fazer brincadeiras e causar danos leves em seus alvos.

Mas mesmo estas definições são relativas: quem é hacker para um pode ser "hacktivista" para outro.

Ameaça globalizada

Os hackers podem ter surgido nos Estados Unidos, mas se tornaram um fenômeno global.

"Mais recentemente, apareceram grupos ao redor do mundo em lugares como Paquistão e Índia, onde há uma competição acirrada entre os hackers", diz Ferguson.

Na Romênia, grupos como o HackersBlog atacaram várias empresas. Na China e na Rússia, acredita-se que muitos hackers trabalhem como agentes do governo.

Atualmente, uma das práticas mais comuns é o hacker modificar o site atacado, deixando uma mensagem em destaque, algo semelhante à assinatura de um pichador.

Segundo o Zone-H, um website que monitora ataques de hackers, mais de 1,5 milhão de modificações deste tipo foram realizadas em 2010, o maior número já registrado.

O aumento desta prática não deve ser atribuído à melhor qualidade das aulas de computação nas escolas ou ao maior emprenho de jovens interessados em tecnologia.

Na verdade, a explosão talvez seja consequência direta da popularidade dos Attack Tool Kits (“Kits de Ferramentas de Ataque”), programas desenhados para explorar buracos na segurança dos websites e que estão disponíveis na internet.

O autor Bruce Sterling tem uma ideia do que isso pode representar no futuro.

"Se a confusão durar bastante, ela vai acabar se transformando em um novo tipo de sociedade - ainda o mesmo jogo de história, mas com novos jogadores, novas regras."

Link:


http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/06/110623_historiahacking_is.shtml

Fábrica espacial fará peças usando canhão de elétrons!

Fábrica espacial fará peças usando canhão de elétrons

O canhão de elétrons evita o desperdício de material que ocorre nos processos de fabricação atuais, aplicando camadas precisas de metais como o titânio. [Imagem: NASA]









Redação do Site Inovação Tecnológica

Canhão construtor

Imagine uma máquina capaz de construir uma peça ou uma ferramenta conforme a necessidade, seja na Terra, na Estação Espacial Internacional ou mesmo em Marte.

Engenheiros da NASA tiveram essa ideia há 10 anos.

E agora o equipamento começa a virar realidade - ainda não totalmente pronto para ir para o espaço, mas já suficiente para mudar a forma de fabricação de peças aqui na Terra.

Chamado de Electron Beam Freeform Fabrication - fabricação livre por feixe de elétrons - o equipamento usa um canhão de elétrons, um alimentador e controles computadorizados para fabricar estruturas metálicas para a construção de peças ou ferramentas em questão de horas, em vez de dias ou semanas.

Fabricação livre

O EBF3 - os três Fs vêm de FreeForm Fabrication - poderá um dia funcionar como uma espécie de fábrica espacial, diminuindo a necessidade de enviar inúmeras ferramentas e peças para as naves apenas por precaução - quando elas forem realmente necessárias, elas poderão ser fabricadas na hora.

Antes de ir ao espaço, contudo, a fábrica automatizada precisa ser testada. E os testes mostraram que ela é útil nos processos industriais mais exigentes aqui na Terra.

Fábrica espacial fará peças usando canhão de elétronsAmostras de peças e ferramentas fabricadas com o equipamento de fabricação livre, que um dia poderá se tornar a primeira fábrica espacial. [Imagem: NASA/Sean Smith]


Além de experimentos com prototipagem rápida, o equipamento está sendo usado para a fabricação de vigas de titânio para a cauda vertical dos primeiros protótipos do caça F-35.

Os testes mostraram que a fabricação com feixes de elétrons reduz o desperdício de titânio e o tempo de usinagem e, por conseguinte, o custo das peças.

Peças mais leves

Mas o maior interesse da indústria aeroespacial está na capacidade da tecnologia para ajustar os materiais de forma a obter maior desempenho.

O EBF3 pode fabricar peças com geometria complexa em uma única operação, evitando junções e outras operações que reduzem o rendimento nominal do material.

Além de gerar formas e padrões complexos sem desperdiçar material, o equipamento pode também recobrir uma peça com um material mais duro, tornando o produto final mais leve e com a resistência esperada - para a indústria da aviação, por exemplo, mais leve significa menos consumo de combustível.

Link:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fabrica-espacial&id=010170110628

José Simão: Grécia! Acabou o churrasco grego!

JOSÉ SIMÃO - Grécia! Acabou o churrasco grego! 




Esta é a semana do Rogério Senil: tá lançada a campanha "Fica Rogério! Vai ter frango!". Rarará!

BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República!

E mais um predestinado. Direto do Beto Carrero World: funcionário da atração Monga, a Mulher Gorila? Antonio Carlos ASSOMBRO! Rarará! Esse assombra até a Mulher Gorila! Rarará!

E um leitor me disse que tem medo de que a fusão do Carrefour com o Pão de Açúcar vire um CARREFURTO! E a manchete do Twitteiro: "Chocada, Sonia Abrão lamenta a não morte de Amin Khader".

E depois que o filho do FHC não é filho do FHC, eu tô com uma dúvida: será que o FHC é pai do real mesmo?

E a Grécia? "Parlamento aprova plano de austeridade." Xi, acabou o churrasco grego. Rarará! Por isso que o povo tá revoltado. Acabou a carne pro churrasco grego! Rarará! E grego já é esquentado por natureza! E sabe por que a Grécia quebrou? De tanto quebrarem prato. De tantos pratos quebrados, a economia virou um caco.

E como disse um amigo meu: "Agora que eles não terminam essa Acrópole". Rarará! Só apelando para os deuses. Teseu, o deus do tesão. Olimpo, o deus da limpeza. Zorba, o grego: o deus da cueca. Rarará! E sabe por que eles não se entendem? Porque só falam grego!

E o novo cabelo do Neymar? Plantou um coqueiro no cocuruto! Rarará! Parece um repuxo de bidê! Espanador de planetário. O Neymar tá parecendo o mamute da "Era do Gelo"! Rarará!

E esta é a semana do Rogério Senil. O site QMerda tem mais duas. Sabe o que o Ceni falou depois do jogo? "Para no Frango Assado que eu ainda tô com fome." Rarará!

E sabe o que o Rogério Ceni gritou pro Liedson? "Não tenho mais idade pra engolir frango. Manda uma canja de galinha." Rarará! E tá lançada a campanha: "Fica Rogério! Vai ter frango". Rarará!
E uma amiga quer encontrar um homem com as seguintes medidas: 60, 40 e 80. Sessenta milhões no banco, 80 anos de idade e 40 graus de febre. Rarará!

E ontem assisti a um documentário sobre a guerra no Afeganistão chamado "Restrepo". Entendi por que os Estados Unidos perdem todas as guerras. Americano tem saudades de casa. Só pensa em voltar pra casa! É "homesick"! Rarará!

Nóis sofre, mas nóis goza.

Hoje só amanhã!

Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!

Link:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3006201102.htm

Novo canal exibirá filmes nacionais da última década!

Novo canal exibirá filmes nacionais da última década




Na última década, a produção cinematográfica brasileira aumentou mais de três vezes em relação à anterior.
O público que foi conferir seu próprio cinema também vem crescendo - em 2001, eram 6,9 milhões de pessoas; em 2010, 25,6 milhões, segundo pesquisa do Filme B, portal que monitora esses números.

A fatia do mercado agora é de 19%, quando há dez anos era de 9,3%. Mas uma boa parte do que aqui se cria não encontra espectador. E para tentar mudar isso, a saída pode estar não na sala escura, mas na sala de casa.
 É a aposta do Movie Box Brazil, canal de TV fechada que deve ser lançado em agosto. O sinal já existe, só falta terminar as negociações com as operadoras. É como o Canal Brasil, mas sem o olhar para o passado: o foco está ajustado na produção deste século. Foi o período em que surgiram as franquias "Tropa de Elite", com seus mais de 13,5 milhões de espectadores, e "Se Eu Fosse Você", com quase 10 milhões, além de mais de uma dúzia de blockbusters.

Por outro lado, foi também uma época em que a pirataria se intensificou. Isso sem falar na resistência que ainda existe na hora de escolher qual filme ver, na fila do cinema: arriscamos aquele brasileiro do qual não ouvimos falar ou ficamos com o americano que está anunciando em todo lugar?

"Ainda há uma parcela do público que acha que a qualidade do filme não é boa, que o som não é bom. Nosso canal nasce com o objetivo de reposicionar a percepção das pessoas quanto à nova fase do cinema brasileiro, e de ser uma alternativa para os filmes", anuncia Cícero Aragon, produtor e empresário gaúcho à frente da empreitada. "São em média 90 lançamentos por ano, que não chegam às pessoas porque ficam pouco tempo nas salas. Eles não têm o poder de mídia de um lançamento americano, e só uns 30% alcançam as grandes salas."

O simpático "É Proibido Fumar" (2008), de Anna Muylaert, saudado pela crítica e colecionador de prêmios, foi visto por cerca de 50 mil pessoas - mesmo tendo Glória Pires no papel central. "Os Famosos e os Duendes da Morte", que venceu o Festival do Rio em 2009, atraiu só 10 mil, a despeito de seus méritos. São dois exemplos, como poderiam ser os filmes de Domingos Oliveira e de outros diretores de orçamento e bilheteria modestos.

O investimento inicial no canal é de R$ 10 milhões, mas deve chegar a R$ 40 milhões, diz Aragon. O canal visualiza o potencial desse cinema no exterior e quer mostrar filmes pequenos, médios e grandes para o restante da América, a Europa e parte da África. Daí o Brazil com z.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Link:

http://br.noticias.yahoo.com/novo-canal-exibir%C3%A1-filmes-nacionais-%C3%BAltima-d%C3%A9cada-130000771.html

terça-feira, 28 de junho de 2011

'Fringe': Taxista Henry participará da 4a. temporada!

'Fringe': Taxista Henry participará da 4a. temporada! - do 'FringeLatino'


O ator Andre Royo, que interpreta o taxista Henry, no Universo Alternativo, comentou com uma fã do seriado que o seu personagem voltará a participar da mesma na 4a. temporada.
 
Como agora existe uma ponte, criada por Peter, e que liga os dois Universos, é lógico pensar que as histórias se apresentem muito mais ligadas do que antes.
 
Mas, será que o taxista Henry também se esqueceu porque Olivia foi ao seu Universo? Será que ele se recordará de tê-la ajudado a se salvar e que ajudou a trazer ao Universo Vermelho o filho da Olivia-alt e de Peter e de que o menino tinha o mesmo nome que ele?
Será que o nome de Henry irá despertar algum sentimento ou recordação em Olivia-alt porque, tecnicamente, se Peter não existe, o  bebê Henry também não e, portanto, tanto Olivia-alt como o taxista Henry até agora não se conheceram?
Bem, vamos esperar para ver como o personagem de Andre Royo irá retornar para esta 4a. temporada e qual a importância ele terá para todos em Fringe.

link:
 

Personagem de Charlie Sheen deve morrer em "Two and a Half Men"!

Personagem de Charlie Sheen deve morrer em "Two and a Half Men"

Ideia do produtor Chuck Lorre é impedir que astro retorne algum dia ao seriado

iG São Paulo | 27/06/2011



Foto: Divulgação
Charlie Sheen (centro) em cena de "Two and a Half Men": personagem deve começar a nova temporada morto
De acordo com o site de notícias TMZ, os primeiros minutos da nova temporada de "Two and a Half Men", programada para estrear em setembro nos Estados Unidos, devem revelar o trágico fim de Charlie Harper, personagem do ator Charlie Sheen na série.

A ideia de matar o protagonista do programa surgiu do produtor Chuck Lorre, como uma garantia de que Sheen jamais voltará a aparecer no seriado. Apesar de o início das filmagens estar marcado para 5 de agosto, os produtores divulgaram cenários que revelariam a queda do carro do personagem de um penhasco.

Tudo indica que a fatalidade terá ligações com o substituto de Sheen na série, Ashton Kutcher, cujo personagem comprará a casa que Charlie dividia com o irmão, Alan, e o sobrinho, Jake.
Ainda segundo o TMZ, o roteiro do primeiro episódio da nova temporada não está fechado e pode sofrer algumas mudanças - mas o mulherengo Charlie Harper deve realmente morrer.

Link:
http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/personagem+de+charlie+sheen+deve+morrer+em+two+and+a+half+men/n1597049482745.html

Conversando com a vencedora do Saturn Awards: Anna Torv!

Conversando com a vencedora do Saturn Awards: Anna Torv - por Thalles Fontana, do Fringe Brasil


O L.A. Times publicou uma entrevista extensa e divertida com Anna Torv, onde a atriz fala sobre a quarta temporada e comenta curiosidades sobre o show. Leia abaixo a entrevista traduzida com Anna Torv, que você só encontra aqui no Fringe BR! 


Eu não sabia o que esperar quando me sentei para conversar com Anna Torv. Ela seria legal e séria como a Olivia? Ou arrogante como Fauxlivia? Por tudo que eu sabia, a personalidade da atriz poderia ter sido mais perto de Olivia possuída por William Bell. Eu não esperava que ela fosse tão alegre e entusiasmada.

Nós nos encontramos no restaurante de seu hotel em uma tarde de quarta-feira. Torv e John Noble (Walter Bishop) estavam em Los Angeles para algumas premiações. Segunda-feira, quando percorreram o tapete vermelho do Critics Choice Awards, onde Torv foi indicada para Melhor Atriz em uma Série de Televisão e Noble levou o prêmio de melhor ator coadjuvante. "O fato de John ganhar é emocionante", disse Torv. "Ele é tão corajoso. É alegre!"

Então quinta-feira que estavam fora para o Saturn Awards, Torv repetiu sua vitória do ano passado para o prêmio de melhor atriz. Merecidamente.

Na 3 ª temporada, Torv realmente brilhou. Que é dizer muito em um show onde ela interpreta potências opostas como John Noble, Lance Reddick e Blair Brown em uma base semanal. Para não mencionar os convidados especiais: Christopher Lloyd, Peter Weller, Leonard Nimoy. Ainda assim, Torv realmente fez este ano o seu próprio, jogando duas versões diferentes de forma exclusiva a mesmo personagem, lidando com desgosto e decepção de ambos os lados da história. É uma grande mudança desde a 1ª Temporada, quando muitos criticaram Torv e sua personagem Olivia Dunham, de ser fria e distante.

"Isso foi claramente uma opção consciente por parte dos escritores e da minha parte", explicou Torv. "Eu tenho interpretado ela há tanto tempo, eu ficava na defensiva com ela. As pessoas esquecem a primeira vez que a conheci, ela estava radiante. Ela estava brilhante e feliz, e a vida era doce."

Um excelente ponto de que eu me tinha esquecido. Fomos apresentados a Olivia Dunham três anos atrás, quando ela estava na cama com o agente do FBI parceiro / amante John Scott, mas ele foi desmascarado logo no seu primeiro caso envolvendo a ciência de Fringe. Ao final, não só Scott é morto, mas Olivia descobre que ele tem sido um agente duplo durante todo o tempo. "Ela estava morta há muito tempo. Eu não acho que ela ainda está bem ainda. Pobre Liv."

Olivia tornou-se o saco de pancadas emocionais da primeira temporada. "Eu honestamente estava rindo e provocando-os. Eu queria que Olivia relaxasse, mas toda vez que ela relaxa, alguma coisa acontecia. "

Os escritores deram vislumbres da vida de Olivia Dunham. "Eles escreveram essa cena, e foi no início do episódio. Não tem nada a ver com a história. Ela está colocando seu vestido, colocando seu sapato, ela está no telefone dizendo: 'Sim, eu vou encontrá-lo em um segundo. "Então o telefone toca. É Broyles, e ela limpa o batom, põe um casaco, e sai. É isso aí. Você está de plantão. Ela quebra meu coração. "

Em seguida, na 2 ª temporada, o universo paralelo, ou "outro lado" do universo "Fringe", veio para a frente da história. Temos indícios de as versões alternativas dos personagens que tínhamos aprendido a amar, e na terceira temporada, eles tiveram seus próprios episódios.


Os olhos de Torv se iluminam quando ela discute a alegria de consubstanciar o caráter de Fauxlivia na terceira temporada. "Quando finalmente me deu esse personagem, eu estava com vontade de por a mão na massa.Vamos fazer isso corretamente. Vamos dar-lhe um ar de superioridade. Vamos dar seu longo cabelo vermelho. Vamos fazê-la sexy e mais fria. E eles me deixaram."

"Foi um alívio também. Do nosso lado, Olivia é totalmente responsável por este criminoso e mundo louco. Está na sua cabeça. Por outro lado, Lincoln estava no comando over there, então Fauxlivia não tem a responsabilidade que a nossa Olivia tinha."

Além disso, Fauxlivia tem que ser muito mais irregular e confusa. "Eu gosto das cenas de ação com Fauxlivia porque ela é atingida. Eu amo isso. O negócio da luta é divertido. É como uma dança."

"Quero dizer, eu não faço nenhuma das coisas que é perigoso", esclareceu Torv. "Eles realmente me levaram a uma das experiências mais humilhantes da minha vida: o primeiro episódio da segunda temporada, quando Olivia desapareceu e de repente ela vem voando pelo pára-brisa. Então, Melissa Stubbs é a dublê fantástica que fez isso. Eles colocaram um foguete para ela na parte de trás do carro. Ela não tinha nada além de umas almofadas no cotovelo. Em seguida, eles atiram-la para fora com o foguete, através do pára-brisa, e ela rola no chão e pousa em sua marca. Todos aplaudem. Então é a minha vez, eu tive que ir, deitar na mesma marca e posição para que eles pudessem obter um close-up da Olivia abrindo os olhos. Foi uma espécie de humilhação."


Não só Torv começa a interpretar uma versão paralela de Olivia, ela tem que interpretar Olivia possuída pelo espírito de William Bell. Eu perguntei se isso era algo que já estava sendo discutido, algo que eles já estavam pensando. "Não! Fiquei muito assustada. Também porque eu amo Leonard, e eu não queria ofender ou zombar dele. Eu chamei John primeiro. Nós conversamos um pouco sobre isso. Eu queria falar com ele porque ele trabalhou com Leonard, e eu só precisava de um amigo. E um amigo no set para que eu pudesse olhar e ganhar confiança."

"Temos uma professora de voz que está sentada no set, escuta-nos e nos ajuda com os nossos sotaques, e ela foi fantástica. Eu não assisti esse episódio ainda. Eu estava muito nervosa durante a cena, e eu só preciso de um tempo para eu assistir ela."

O elenco não consegue saber como o show está sendo recebido enquanto eles estão filmando. Muitas vezes só conseguem perceber quando estão em eventos como a Comic-Con, que é o momento em que eles veem a reação dos fãs. "Nós filmamos em Vancouver, e vivemos nesta bolha isolada. Por isso é muito legal quando você vê as pessoas comentando sobre algumas cenas".

"Fringe dá ao seu público uma série de pequenos detalhes, o meu favorito é o Observador. Eu amo o Observer! Eu amo todos os episódios que Michael Cerveris participa. Ele fez um trabalho maravilhoso com esse personaem. Eu os amo. Eles são a minha parte favorita, na verdade."

"O show tem uma base muito leal. As pessoas assistem com muito cuidado show. Eu amo participar das coletivas. Eu amo a perguntas da platéia." disse Torv. "De repente, nós colocamos um desenho animado no meio da temporada. Ou um episódio musical. E gostem ou não, eles nos perdoam, que é a parte mais bonita."

Mas o que os fãs podem esperar para a 4 ª Temporada? A 3 ª Temporada terminou com uma porta aberta entre os dois universos e Peter aparentemente "apagado".

"É um início!" admitiu Torv. "Todo primeiro episódio de uma temporada tem sido trabalhado como um outro piloto. Uma introdução do que é que está por vir."

"Estou animada porque eu acho que significa que o relacionamento será completamente diferente. Você começa a interpretar o seu personagem com um relacionamento com um outro personagem. Mas como seria esse mesmo relacionamento sem a existência de um outro personagem? Especialmente com Walter porque Peter sempre esteve lá ", especulou Torv. "E aí, vai ser mais um vai-e-vem entre os mundos, que eu acho que vai ser muito divertido."

"Eu gostaria de encontrar o meio termo entre Olivia e Fauxlivia", disse Torv. "Eu estava tão animada com essa temporada e agora vem a próxima... Eu me diverti muito no ano passado. E você pode manter o reajuste. Nada é imutável. Com a ficção científica há infinitas possibilidades. "

Para Anna Torv, a espera não é muito maior. Em menos de um mês, ela vai estar de volta a Vancouver, preparando-se para iniciar a produção da 4 ª Temporada. O resto de nós vai ter que esperar até o outono para ver o que acontece com a Divisão Fringe.
Link:
http://fringebr.blogspot.com/2011/06/conversando-com-vencedora-do-saturn.html

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Anna Torv: 'Fringe' não será como 'Lost' e série dará todas as respostas!

Anna Torv: 'Fringe' não será como 'Lost' e série dará todas as respostas!  - publicado no 'FringeLatino' (entrevista concedida ao jornal 'El País' - traduzido por Marcos Doniseti).

A atriz australiana concedeu uma entrevista ao jornal espanhol 'El País', na qual fala sobre como reage às críticas positivas e negativas sobre seus  personagens e deixa claro que a série não será como 'Lost' e que a mesma dará todas as respostas.

 Possui cabelos loiros, veste-se de negro, não usa maquiagem e tem um sorriso de quem sabe que as coisas estão indo bem. Anna Torv (Melbourne, 1978) dá vida a Olivia  Dunham, uma antiheróina que pega em armas em 'Fringe', a série que tem sido o foco dos amantes da tela pequena.
Surpreendente em Torv, além da sua imensa cordialidade, é o sotaque australiano, que convenientemente esconde quando se coloca na pele de Dunham. Ela diz que esta é a personagem mais divertida que fez até agora. "Qualquer atriz mataria para estar no meu lugar", garante.

Ela ri agora, mas poucos se lembram do aluvião de críticas que teve que encarar no início da série: "Muitas pessoas insistiam que eu era muito fria para esse papel, quando isso é o que o meu personagem exigia. Felizmente, foram mudando de opinião. Se eu me informo sobre as críticas? Sim, há momento em que eu aprendo coisas com elas. No final, é como assistir a você em uma série ou filme: superado o impacto inicial, você pode descobrir como fazer tudo um pouco melhor".

Fringe é um série de ficção científica cheia de recantos onde Torv interpreta a uma agente do FBI que lidera uma unidade especial que investiga casos paranormais (ou simplesmente estranhos). A unidade é formada por ela mesma, Peter Bishop (Joshua Jackson), um homem de passado manchado, e seu pai, Walter Bishop, um gênio disfarçado de professor que é a autêntica alma da série e que interpreta John Noble. "Trabalhar com John é intimidante. A química que ele criou com Joshua (Jackson) é impressionante. Grande parte do mérito pelo fato de Fringe funcionar é sua".

Muitos davam por morta a série quando sua transmissão foi transferida para sexta-feira - que é um sinal de que a série pode ser cancelada -. Mas, Fringe melhorou os seus índices de audiência e os de cima deram luz verdade para uma quarta temporada. "Não nos preocupamos, pois já estivemos em todos os dias da semana, só faltava a sexta-feira".

Torb garante que não sage "nem uma só palavra" sobre a quarta temporada e tem uma resposta muito clara quando surge a comparação com 'Lost', pelo fato de que as duas séries surgiram das mãos do guru chamado J. J. Abrams: "Outro dia, em um encontro com os fãs, um dele disse aos produtores: 'Por favor, diga-me que isso não será como Lost'. Eles disseram que não, pois no finalde Fringe teremos todas as respostas. Que mais que se pode pedir?"
Link:
http://fringelatino.blogspot.com/2011/06/annatorv-fringe-no-sera-como-lost.html

'Fringe': Pinkner diz que a 4a. temporada se passará em um novo Universo!

Agora que foi confirmado a data da estréia da quarta temporada, muitos já começaram a contagem regressiva. Por essa razão, fear.net fez uma entrevista com Jeff Pinkner sobre a quarta temporada. Confira:


FearNet: Como é que vocês trazem de volta um personagem do qual ninguém se lembra?

Jeff Pinkner: A questão é, penso eu, “Trazemos ele de volta? Quais são as consequências?”. Peter fez esta decisão heróica. Ele reconheceu que, no futuro, se as coisas continuassem da forma que estavam, o amor da sua vida, Olivia, morreria. Compreendendo as consequências, ele decidiu juntar os dois universos para salvá-la. Como consequência, ele não existe mais! Portanto, a questão é:  “Como é a vida deles na ausência de Peter?”.

FearNet: A ideia de múltiplos universos é mesmo tentadora. Podemos ver ainda mais novos universos nessa quarta temporada?

Jeff Pinkner: Eu penso, como já dissemos, que há tanta história, e é aqui que as nossas personagens vivem. Eu penso que iremos apresentar uma nova versão [do nosso universo]. Uma das coisas mais legal em Fringe é que em cada temporada, nós pegamos no mesmo show, na mesma história, nas mesmas personagens e olhamos para elas de um ponto de vista totalmente diferente. Nesta temporada certamente faremos isso.

FearNet: Veremos os Observadores mais ativos nesta temporada?

Jeff Pinkner: Claro. Nós amamos os Observadores. É difícil responder sem divulger muita informação, mas sim, veremos.

FearNet: O personagem de Brad Dourif apenas apareceu na tela por um minuto no último episódio da temporada antes de ser “morto”. Com um ator do seu calibre, num show como Fringe, iremos ver mais deste personagem na próxima temporada?

Jeff Pinkner: Eu não quero revelar nada, e nós não falamos com ele, e a sua história existiu no ano 2026, e a nossa história é basicamente o retorno para 2011. Mas, no universo Fringe, as coisas sempre têm uma forma de voltar.

FearNet: Portanto, se o virmos novamente não será no primeiro episódio da temporada.

Jeff Pinkner: Provavelmente não.

FearNet: Foi um pouco assustador quando a série foi renovada? Vocês tinham um fim muito bom aí, poderia ter funcionado bem como o final da série.

Jeff Pinkner: Nós tínhamos um final perfeito, mas teria sido compreensivelmente frustrante se aquilo tivesse sido o final da série. Certamente um dos temas dos nossos três personagens principais – Walter, Peter e Olivia – é que ele são uma espécie de família. Eles são todos seres humanos, além da margem, que encontraram uma ligação familiar. E com Peter e Olivia, uma ligação romântica. Teria sido um pouco frustrante se tivesse sido o final da série. Nós temos um final diferente em mente.

Você reparou ou aprendeu algo da temporada passada que quer incorporar na próxima temporada?

O que nós aprendemos logo, e de forma coesa, foi o quanto os nossos fãs são inteligentes, empenhados e nos apóiam. Eles nos encorajaram a arriscar, a contar histórias num outro universo em episódios inteiros, com apenas alguns dos nossos personagens comuns. Contar episódios animados. A resposta inacreditável que temos obtido dos nossos fãs nos permitiu projetar a nossa "loucura".

Então, outro episódio musical em Fringe pode vir algum dia?

Oh, claro. (risos)
 

domingo, 26 de junho de 2011

EUA querem nave interestelar dentro de cem anos!

EUA querem nave interestelar dentro de cem anos

Com informações da New Scientist - 24/06/2011

Estados Unidos querem projeto de nave interestelar
A nave Destiny, do seriado Stargate Universe, não precisou ser construída, ela foi encontrada pronta pelos humanos, vagando pelo espaço - quando a tecnologia é pouca, a sorte talvez possa ajudar. [Imagem: Divulgação]
Nave espacial em 100 anos. 
Procura-se um projeto de nave interestelar cuja construção seja viável nos próximos cem anos.
Qualquer pessoa com uma ideia de como fazer isso acontecer - ou alguma objeção ética ou religiosa para não fazê-lo - tem até o dia 8 de julho para apresentar sua proposta.

O 100 Year Starship Study - estudo para uma espaçonave em 100 anos, em tradução livre - está sendo promovido pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançados dos Estados Unidos (DARPA)

Aonde ninguém jamais foi antes

O objetivo é explorar e pesquisar "todas as questões ligadas aos voos espaciais de longa distância e de longa duração."

Autores de ficção científica, engenheiros e biólogos trocaram ideias durante um simpósio preliminar realizado em Janeiro deste ano.

Durante o evento, o geneticista Craig Venter teria sugerido uma solução bem pouco emocionante para os candidatos a exploradores espaciais: enviar DNA humano fragmentado para remontagem em outro planeta.

Não consta que ele tenha indicado quem, ou o que, faria essa remontagem.

Será feita uma seleção dentre as novas ideias agora apresentadas, que serão discutidas em um simpósio a ser realizado, em Orlando, na Flórida, em setembro.

Link:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=projeto-nave-interestelar&id=010130110624

Red Hot Chili Peppers confirma show em São Paulo em Setembro!

Red Hot Chili Peppers confirma show em São Paulo

O Red Hot Chili Peppers confirmou nesta sexta-feira que virá a São Paulo para uma única apresentação. O grupo, que é uma das principais atrações do Rock in Rio, toca na Arena Anhembi em 21 de setembro.

Os ingressos começam a ser vendidos em 5 de julho e vão custar R$ 500 (pista premium) e R$ 200 (pista normal).

A venda de ingressos será feita pelo site www.livepass.com.br e em pontos do venda. A bilheteria do estádio do Morumbi será a bilheteria oficial onde não será cobrada a taxa de conveniência.
O show de abertura ficará a cargo da banda inglesa Foals.

Divulgação
Red Hot Chili Peppers confirma show em São Paulo
Red Hot Chili Peppers confirma show único em São Paulo em setembro

sábado, 25 de junho de 2011

Fringe - Men In Black!

Fringe Theme [FULL]!

Teoria das Cordas!

Alice no país do Quantum!

Alice no país do Quantum
 
Robert Gilmore

Editora Jorge Zahar , Rio de Janeiro, 1998


por Roberto Belisário e Rodrigo Cunha

Um sério problema espera o leitor que busca para tomar conhecimento dos fundamentos da mecânica quântica: a falta de literatura adequada em português. Em várias livrarias, encontra-se mais livros de pseudo-ciências "quânticas" do que sobre a física propriamente dita. Muitas de tais obras não deixam claro que usam a mecânica quântica como fonte inspiradora ou de analogias, e não como base de sustentação para suas afirmações. 

Diante dessas distorções, a reação da comunidade científica é, na literatura escrita, um reprovável distanciamento e, como conseqüência, um retumbante silêncio. 

Já os poucos livros científicos sobre a área são quase todos técnicos, muito pouco acessíveis ao leitor não-especializado. 

O resultado é que muitas vezes o leitor que se aventura nessa área do conhecimento por conta própria acaba tendo acesso apenas a abordagens especulativas que se apresentam como ciência e não encontra respostas precisas ao que procura.

Alice no País do Quantum: a Física Quântica ao alcance de todos é uma das raras portas científicas sobre esse assunto acessíveis ao leitor não-especializado. 

Robert Gilmore, professor de física na Universidade de Bristol, na Inglaterra, tenta introduzir o leitor aos conceitos básicos da Mecânica Quântica e da Física das Partículas através linguagem híbrida, combinando romance com textos expositivos.

Alice caindo em um poço de potencial nuclear, observada pelos difusos elétrons, cada qual com seu spin, dispostos em camadas. As ilustrações de Gilmore foram inspiradas nas da obra de Lewis Carroll.
O livro é precisamente o que diz subtítulo do original em inglês: "Uma alegoria da Física Quântica". Inspirando-se na obra de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas, o País do Quantum de Gilmore é uma alegoria do mundo quântico. 

Uma outra Alice, presa em casa por uma chuva interminável que negava-lhe o sol através da janela da sala, entediada e frustrada diante de programas chatos na TV (e com o livro de Carroll nas mãos), recebe uma chamada da tela do aparelho, cai nela e vê-se subitamente mergulhada no estranho lugar, onde podem acontecer coisas tão bizarras quanto no próprio País das Maravilhas. 

Ali, Alice pode atravessar várias portas diferentes ao mesmo tempo, encontra seres que atravessam paredes, que obedecem ao princípio da indeterminação de Heisenberg, que assemelham-se a fantasmas invisíveis, e penetra no interior dos átomos, do núcleo atômico e do nêutron. 

O vivo/morto e tristonho Gato de Schrödinger - o nome de um dos mais famosos e controvertidos paradoxos da mecânica quântica, que parece permitir a existência um gato simultaneamente vivo e morto -, faz as vezes do visível/invisível e sorridente Gato de Cheshire, de Carrol.

Gilmore começa com os conceitos básicos da mecânica quântica - seu caráter probabilístico, a dualidade onda-partícula, a quantização da energia - e da física moderna em geral - elementos sobre ondas, sobre relatividade e mesmo sobre a mecânica clássica -, fala das diferentes interpretações da teoria quântica, detendo-se sobre a interpretação mais aceita (a Interpretação de Copenhague), explora os fundamentos da física nuclear e da física das partículas, e termina com uma discussão sobre o paradoxo EPR (de Einstein, Podolsky e Rosen), um dos mais importantes da teoria quântica.

O País do Quantum é estranho. O autor firma toda a história no caráter insólito dos conceitos quânticos. Não por acaso a analogia escolhida foi com a obra de Carroll. Um viés muito comum em textos de divulgação sobre a mecânica quântica tende a qualificá-la de "absurda", "ininteligível", termos que não ajudam em nada o esforço de compreensão do leitor. 

Entretanto, no livro de Gilmore, a incompreensão é toda deslocada para a mente da personagem central - Alice sente-se quase sempre perdida em meio a tanta bizarria -, e por isso o leitor acaba se identificando com ela. 

Até mesmo alguns aspectos comuns nas relações entre o não-especialista e o cientista, como o assentimento diante da autoridade, são partilhados com Alice - como na seguinte passagem: "Não parecia tão claro assim para Alice, mas, se todos concordavam, ela supôs que deveria estar correto" (pág. 181) -, o que facilita ainda mais a identificação.

Gilmore adota a postura de que o significado preciso dos conceitos quânticos não pode ser explicado totalmente de uma só vez e transforma o que seria uma dificuldade em um método de exposição assumido. O significado dos estranhos fenômenos do País do Quantum se revela aos poucos, o processo de entendimento não é linear, a compreensão é construída ao longo da história.

É, aliás, o modo como os conceitos quânticos são compreendidos pelos estudantes universitários de física. Os livros-texto não iluminam os paradoxos. Cabe ao estudante construir sua própria intuição quântica ao longo da sua vida profissional.

Mesmo exprimindo espanto ou desânimo frente a tantos mistérios, Alice segue em frente tentando compreendê-los, levando junto o leitor. Alice é uma curiosa nata, quer sempre compreender tudo ao redor, por mais bizarro que pareça. O alter-ego do cientista no País do Quantum. 

Se a identificação do leitor com Alice for suficiente para que ele compreenda a importância e sinta-se à vontade com essa postura, a divulgação de Gilmore não se resumirá ao mero conteúdo científico e se estenderá à própria postura científica.

Niels Bohr (um dos principais responsáveis pela Interpretação de Copenhague), à esquerda, e o professor da Escola de Copenhague, à direita. Alguns personagens foram inspirados nos criadores da Mecânica Quântica.
A física é uma ciência empírica - todas as suas afirmações são sustentadas, em última análise, em observações da Natureza - e os resultados dos experimentos envolvendo fenômenos quânticos, por mais diferentes que possam parecer, devem ser aceitos como um dado da realidade. Por mais caras que nos sejam certas intuições (como matéria, espaço, tempo), elas podem cair quando confrontadas com os dados experimentais. 

Da mesma forma, a estranha natureza do País do Quantum apresenta-se de forma chocante à mente atônita e curiosa de Alice ("assim é que as coisas são por aqui", dizem vários de seus amigos quânticos). 

A relação de Alice com o país quântico é baseada no empirismo. Talvez, ao se identificar com Alice, o leitor possa se sentir também um pouco cientista, e, por tabela, perceber que o cientista - contrariamente à imagem muito difundida de um sabe-tudo sobre um púlpito (à qual muitos dos próprios cientistas se rendem) - também não compreende totalmente o mundo à sua volta, mas tenta entendê-lo da melhor forma que pode. Assim, as alegorias presentes na obra de Gilmore não se resumem ao conteúdo da ciência, mas estendem-se ao seu próprio método. 

Mas toda a história não passaria de uma mera paródia da obra original de Carroll se o sentido das alegorias não fosse explicado ao longo do texto. Por isso, Gilmore colocou notas e quadros pelo livro, explicando de modo acessível a que as analogias correspondem no mundo da Física. 

Mas apenas notas curtas não seriam suficientes e o estilo expositivo muitas vezes invade o resto do texto. Alice assiste algumas aulas em escolas e academias, e debate com professores que às vezes representam cientistas conhecidos. Por mais fantástica que seja uma hitória, é necessária a coerência interna; Alice, em certos momentos, põe-se a lançar argumentos que uma criança na sua idade dificilmente criaria.

Se as notas são suficientes para que o leitor possa compreender a que correspondem as analogias é uma questão em aberto. Algumas não dizem mais do que o que já está escrito no texto. Outras são obscuras. Nem as notas por si nem o texto sozinho são suficientes para o entendimento dos conceitos apresentados: só a articulação dos dois dará algum resultado. Gilmore foi ousado e seu método de exposição exige que o leitor seja paciente e esteja disposto a pensar. 

Nos últimos capítulos, Alice penetra dentro de um acelerador de partículas. Logo antes, vê-se sob uma chuva de papel picado, que, como explica seu companheiro, "são pedidos de verbas para pesquisa que foram recusados e rasgados" - uma referência ao recente cancelamento, pelo governo dos EUA, da construção do que seria o maior acelerador de partículas do mundo. 

Alice entra em um dos aceleradores do CERN, laboratório de Genebra onde Gilmore trabalhou. Alice invade o âmago da matéria, penetrando no núcleo atômico e logo após em um nêutron, observando seus constituintes, os quarks, que representam o limiar do conhecimento humano sobre a estrutura íntima da matéria. A partir desse ponto, segue-se o desconhecido...

Mas Alice (e, se a obra de Gilmore tiver sido bem sucedida, também o leitor) é uma cientista que não se detém diante de um limiar qualquer. Após sua onírica viagem, já sabe o quanto há para se explorar sozinha. Ao voltar bruscamente para diante da TV de sua sala, de volta à sua realidade, vê que a insossa chuva que a prendia em casa já tinha passado, e pode dar as costas ao programa de TV que tanto a entediava, e... ir finalmente "para a luz do sol" que agora brilha através de sua janela. 

Link:

'Columbo': Além do herói carismático, série inovou ao abrir episódio já revelando o culpado!

Além do herói carismático, série inovou ao abrir episódio já revelando o culpado

THALES DE MENEZES  - da Folha de S.Paulo

"Columbo" mudou as séries policiais da TV. Mas não foi por causa de seu protagonista, um tenente caolho da Homicídios de Los Angeles com um casaco surrado que rivalizava em fedor com seu indefectível charuto, incapaz de dar um tiro e, aparentemente, muito confuso.

Mais do que seu personagem, a inovação era a estrutura narrativa, que virou de cabeça para baixo o modelo de mistério policial.

O episódio começava com um assassinato e o telespectador acompanhava quem o cometia, em todos os detalhes. A missão de Columbo não era descobrir quem matou, mas sim como quebrar um álibi quase perfeito.

Desprovido de atributos físicos para o combate ao crime, restava a ele a lógica, embora essa palavra seja difícil de aplicar a seu método errático de investigação.

Ele insistia em perguntas bobas e aparentemente sem conexão com o crime. Nessa "tática" repetitiva, criou a frase marcante de Columbo: "Só mais uma coisa...".

Os culpados quase sempre o tratavam como um imbecil e, confiantes, deixavam escapar a peça que juntava o quebra-cabeça do detetive.

Os roteiristas eram desafiados a colocar a cena em que Columbo desmascarava o criminoso o mais próxima possível do encerramento do episódio. Às vezes, um minuto antes dos créditos finais.

Claro que a figura singular de Falk caracterizado no papel contribuiu para o sucesso. Com sua figura simplória (ele sempre se deslumbrava com o mundo dos ricaços que investigava) e o tratamento humilhante que recebia dos criminosos, ganhava a simpatia da audiência.

No início dos anos 1970, os seriados de TV apostaram em detetives diferentes. Columbo teve como rivais na audiência o investigador gordo de "Cannon" e o sexagenário de "Barnaby Jones".

Link:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft2506201117.htm

Television faz show em São Paulo em Julho!

Television faz show em São Paulo em Julho!

Formada nos anos 70 e precursora do punk rock de Ramones e Patti Smith, a banda Television se apresenta em 7 de julho, às 22h, no Beco 203 (r. Augusta, 609; tel. 0/xx/11/2339-0351; de R$ 80 a R$ 100; classificação: 18 anos). Ingressos em www.divirto.com.br e em algumas lojas Chilli Beans.


Link:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2506201120.htm

'Falling Skies': Estreia obtém audiência de 5,9 milhões de espectadores nos EUA!

Falling Skies estreia com boa audiência nos Estados Unidos

Série de invasão alienígena começou com 5,9 milhões de espectadores na TNT

Marcelo Forlani - 20 de Junho de 2011


Falling Skies
A estreia de Falling Skies neste último domingo deu à TNT dos Estados Unidos seu novo recorde para este ano. O programa, que teve duas horas de duração, foi visto por 5,9 milhões de pessoas no canal pago.

E isso em um domingo que tinha nos outros canais os episódios finais de Game of Thrones (HBO), The Killing (AMC) e o jogo de beisebol entre o New York Yankees e Chicago Cubs.

A série, produzida por Steven Spielberg e estrelada por Noah Wyle, atraiu 2,6 milhões de pessoas entre 18-49 anos, considerado um dos públicos mais importantes para a TV no país.

"O enorme sucesso de Falling Skies demonstra o que pode acontecer quando você se alia com as melhores pessoas do mercado e dá a eles o que precisarem para fazer seu melhor trabalho", disse o vice-presidente executivo da TNT, Michael Wright, sobre a parceria com a DreamWorks.

Falling Skies começou a ser exibido nos Estados Unidos em 19 de junho e estreia no Brasil nesta sexta-feira, dia 24, na TNT (legendado) e também no canal Space (dublado).

Link:

http://www.omelete.com.br/series-e-tv/falling-skies-estreia-com-boa-audiencia-nos-estados-unidos/

Falling Skies: E os alienígenas conquistaram a Terra!

Falling Skies - do Omelete

Falling Skies começa logo depois de uma imensa invasão alienígena que deixou grande parte da Terra completamente devastada. Seis meses depois da invasão inicial, os poucos sobreviventes restantes se reúnem numa fuga para fora das grandes cidades, para começar a difícil tarefa de reagir. Cada dia é um teste de sobrevivência para estes cidadãos que têm que se comportar como soldados enquanto trabalham para proteger aqueles que amam ao mesmo tempo em que lideram uma insurreição rebelde contra as forças dos seres de outros planetas.

Noah Wyle (Plantão Médico) interpreta Tom Mason, um professor de história da cidade de Boston cuja família acabou sendo dividida. Moon Bloodgood (O Exterminador do Futuro: A Salvação) co-protagoniza como Anne Glass, uma pediatra que trabalha com as crianças sobreviventes. Will Patton (Armageddon) vive Weaver, um corajoso líder da resistência. Drew Roy (Greek) assume o papel de Hal, o filho mais velho de Tom e que luta ao seu lado. O elenco traz ainda Sarah Carter (Shark), Colin Cunningham (Stargate SG-1), Seychelle Gabriel (Weeds), Connor Jessup (The Saddle Club), Maxim Knight (Brothers & Sisters), Mpho Koaho (Rookie Blue) e Peter Shinkoda (The L Word).
 
Falling Skies começou a ser exibido nos Estados Unidos em 19 de junho e estreia no Brasil nesta sexta-feira, 24 de junho, na TNT local e também no canal Space.

Link:


http://www.omelete.com.br/falling-skies/

'Falling Skies': Série produzida por Steven Spielberg mostra Terra invadida por alienígenas!

Falling Skies | Preview

Série produzida por Steven Spielberg mostra Terra invadida por alienígenas

Marcelo Forlani - 20 de Junho de 2011


Falling Skies
Falling Skies
Falling Skies
Falling Skies
Se existe alguém que tem crédito para contar uma história de alienígenas chegando à Terra, essa pessoa é Steven Spielberg.

São dele os clássicos E.T. O Extra-Terrestre e Contatos Imediatos de Terceiro Grau.

Mas em Falling Skies, série de TV que ele criou e assina a produção-executiva, os seres de outro planeta não estão aqui em paz. Aliás, bem longe disso.

Quando a série começa, a invasão já aconteceu. Quem faz o flashback introdutório são as crianças. Elas contam que milhares de naves chegaram e logo foram destruindo tudo, matando muitos e levando os adolescentes embora. É algo traumático e ainda bastante fresco em suas memórias.

Em apenas seis meses, eles causaram morte e destruição por onde passaram, e agora sobraram no nosso planeta alguns poucos grupos de humanos, que tentam sobreviver e arranjar uma forma de expulsar os skitters e os mechs - como eles chamam os alienígenas de seis pernas e seus robôs de ataque - e ainda descobrir porque é que eles estão atrás de jovens terráqueos e implantam nas suas colunas algo que parece um escorpião "mecanorgânico".

Corta e estamos em uma rua escura onde Tom Mason (Noah Wyle) e seu filho mais velho, Hal (Drew Roy), correm entre tiros e explosões atrás de comida. Ao voltarem para o acampamento com apenas uma latinha de atum, dão de cara com Anne Glass (Moon Bloodgood), uma pediatra que virou a médica geral do lugar.

Como estamos falando de um episódio de apresentação, Tom não demora muito para mostrar suas credenciais como professor de História em Cambridge. Porém, ao falar para os demais soldados sobre as estratégias dos atenienses em Maratona, nenhum deles se interessa, mas já fica no ar a dica de que isso será importante à trama.

Um fato curioso de se notar é que o mesmo Spielberg que trocou digitalmente os rifles dos guardas de E.T. por lanternas no relançamento de aniversário do filme, deixa aqui espaço para crianças lutarem armadas nesta guerra contra os invasores espaciais.

É isso mesmo, um menino de no máximo 13 anos aparece por ali portanto rifles e metralhadoras, provando que na série, todo mundo tem que aprender a se defender se quiser sobreviver.

As cenas de ação são obviamente repletas de efeitos especiais. Para mascarar o que não deu tempo de ficar 100% pronto na estreia, a maior parte dessas sequências é em um ambiente escuro.

Em uma das raras cenas um pouco mais claras dá bem para ver como o mech ainda está "duro" e não muito orgânico, longe de ser um Autobot ou mesmo um Decepticon saídos de um filme dos Transformers de Michael Bay.

Mas além da ação, o que deve chamar atenção na série é também o drama humano. Tom teve o filho do meio levado pelos skitters e certamente tentará salvá-lo, ao mesmo tempo que se esforça para levar uma vida o mais próximo possível do normal com o caçula (Maxim Knight), que sente a falta da mãe, morta pelos ETs e pede no seu aniversário de 8 anos que tudo volte ao normal.

A série promete também uma interessante disputa entre o militarismo do chefe do pelotão, Weaver (Will Patton), e Tom e Anne, que lutam pelos direitos dos civis, que sequer podem dormir em uma cama de vez em quando. Isso sem contar o conflito humanos x humanos que aparece logo no segundo capítulo da série, que traz à trama mais um candidato a antagonista.

Ainda é cedo para julgar Falling Skies, que terá apenas 10 episódios nesta temporada de estreia, mas se ação empolga e a dramaticidade está garantida, continua estranho o cenário "lostiano" de ter tantos figurantes andando ao fundo sem importância, enquanto a câmera e o roteiro têm que se esforçar para mostrar apenas os protagonistas.

Falling Skies estreia no Brasil nesta sexta-feira, 24 de junho, na TNT (legendado) e também no canal Space (dublado).

Link:

http://www.omelete.com.br/series-e-tv/falling-skies-preview/

A invasão de Falling Skies já começou! - por Marcel Plasse!

A invasão de Falling Skies já começou - By: Marcel Plasse, do Pipoca Moderna

 

+ Marcel Plasse

Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista Bizz, lançou as primeiras graphic novels no Brasil, criou a revista Set de cinema, trabalhou na Folha e Estadão e edita o site Pipoca Moderna

Link:

http://pipocamoderna.mtv.uol.com.br/?p=90889